terça-feira, 22 de março de 2016

Deixem-me...



Deixem-me ser pequenina outra vez, deixei-me saber sorrir com alegria e que as lágrimas nada mais sejam do que pequenas quedas dadas na altura errada. Abracem-me como se não houvesse amanha, aquele abraço apertado que tira o folgo todos os dias. Mas não me façam mal. Não me maltratem mais o coração ferido, magoado, espezinhado e esmagado pela imensa dor. Deixem-me ir....simplesmente ir. Não me prendam mais....Eu não vou ficar. Irei partir. E vocês vão deixar, porque nada mais me prende aqui.