sábado, 23 de julho de 2011
Guardar cada momento
Não me vou esquecer de nada, não vou esquecer cada momento, cada minuto, cada segundo que passamos juntos. Vou guardar nas memórias do meu coração, junto daquelas lembranças que eu acho preciosas. Vou guardar cada pedrinha, cada sentimento, cada olhar e cada sorriso, para que quando me sentir fraca saiba onde ir buscar aquela força que eu preciso.
Não te vou atirar para os confins da minha memória, nem vou apagar os sentimentos tão bons que tivemos. Não vou destruir o nosso álbum de memórias que construímos juntos.
Vou guardar tudo tão preciosamente como guardo a minha vida. Vou ter esses momentos em mim todos os dias, para saberes que eu nunca me esqueço de ti.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Recordações
Elas vão povoando a mente, ocupando cada milímetro de espaço que exista em mim, alargam o presente para trazer o passado a mim. Trazem para mim nada além dos sentimentos, além dos sonhos, além das esperanças. Não tenho medo delas, deixo-as entrar e povoar a minha solidão, embriagar o meu estado de lucidez e fazer-me sorrir nas horas de tristeza.
Tenho medo, tenho tanto medo delas, e ao mesmo tempo sinto-me bem com elas. Sinto-me ligada a um mundo que nem parecia meu, que nem me pertencia. E desse mundo chamo o seu nome, e reclamo no fundo da minha alma que volte para ao pé de mim. Trago os sorrisos esquecidos do passado, e uma caixa cheia de más esperanças de um futuro risonho. Mas as recordações, essas são tão vividas em mim, tão presentes, tão dispostas no meu pequeno coração.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Os teus olhos castanhos
Quando me olhas assim, daquele jeito especial que eu gosto, daquela maneira terna que só o teu olhar sabe ter, eu sinto que tudo sou capaz, que me derretes com esse teu olhar de menino maroto, reguila.
Esse olhar que tanto já me deu, que tanto foi meu, hoje vejo e sei que me quer pertencer, mas foge de mim, foge do meu mundo. Esse olhar que me davas, que era só meu, para mim.
Não vejo o teu olhar, mas sinto em mim tanta vez, como se tudo não passa-se de uma mera partida do destino.
E esse olhar eu quero te-lo de volta. Quero que ele volte para mim outra vez.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A tua falta
Dia para dia, a dor não atenua, não muda, não altera, vai matando, devorando, arranco do peito pedaços de mim. Só te queria ter aqui. Vejo a solidão à minha frente e toco-a com os dedos, já não tenho medo, já não tenho receio, nem tenho mesmo nada com que enfrentá-la, baixei os braços para me deixar levar por ela.
A tua falta, como é amarga esta tua falta que tanto mal me faz, que tanto me deixa a garganta amarga e o peito dormente. Afinal tu eras tudo, eras muito, eras o oposto da solidão. E agora a solidão ficou no teu lugar. A falta que tu me fazes quando choro, quando entre sorrisos tu eras o único que via as minhas lágrimas, eras o único que entendia os meus sorrisos, o único que estendia um pouco daquilo que eu gosto.
Não por ti, nem por mim, é mais por nós que eu morro. Às vezes penso em ir para ao pé de ti, para apagar esta solidão. Mas sei que tu nunca me perdoarias.
M*
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