Quando me olhas assim, daquele jeito especial que eu gosto, daquela maneira terna que só o teu olhar sabe ter, eu sinto que tudo sou capaz, que me derretes com esse teu olhar de menino maroto, reguila.
Esse olhar que tanto já me deu, que tanto foi meu, hoje vejo e sei que me quer pertencer, mas foge de mim, foge do meu mundo. Esse olhar que me davas, que era só meu, para mim.
Não vejo o teu olhar, mas sinto em mim tanta vez, como se tudo não passa-se de uma mera partida do destino.
E esse olhar eu quero te-lo de volta. Quero que ele volte para mim outra vez.
Sem comentários:
Enviar um comentário