quarta-feira, 25 de maio de 2011
No dia em que foste embora
Prometi que não iria chorar por ti, quando te visse afastar naquele carro, pela estrada que nos ia separar por tanto tempo. Prometi que não iria sofrer pela distancia e pelo tempo, e não foi isso que consegui cumprir. Prometi até que as saudades não me matariam a alma.
Mas e quando a alma já não existe, quando ela partiu contigo para longe, levada pelo som da distancia que emanava de ti. E quando ela sabia que te pertencia e que se pegou a ti sem querer largar mais essa união que se fez em tão pouco tempo.
Hoje recordo aquelas promessas, aquelas promessas que eu nunca consegui cumprir. As promessas que entre lágrimas te prometi. E mesmo antes de ires me disseste que eu era a tua vida, parte de ti, alma gémea de ti, eu soube que era eterno, e que nós éramos eternos onde fossemos.
Só queria que soubesses que essa eternidade ainda dura em mim, desde o dia que te prometi que não choraria por ti. E saberes que essa promessas nunca fui cumprida pois todos os dias ainda choro por ti. Como no primeiro dia que te prometi.
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