domingo, 2 de janeiro de 2011
E depois da meia noite
5,4,3,2,1...Bom ano 2011...Tudo começa assim com as badalas do relógio, com as passas na mão, o copo de champanhe vazio há espera. O olhar é de alegria, o coração de tristeza, as frases são proferidas com entusiasmo, o seu significa fica aquém do real sentimento. E entramos a 2011. Mais um ano, mais um brinde, mais doze desejos, e alguns objectivos. Mais incertezas, mais sonhos.
Fica no ar a promessa de um ano melhor. Um rumo melhor, tentar mudar o passado com o futuro. Compor o presente. Deixar para trás mais um ano, perdido nas sombras do relógio. Apagar da memória 2010,2009,2008,2007,2006....
É tanto ano, tanta recordação construída, tanta lágrima, tanta saudade, tanta alegria, tanta motivação. Não serve de nada apagar, serve de tudo tentar que 2011 seja melhor, mais enriquecedor, mais completo.
O resto o futuro dirá. O passado esse é de tinta permanente, o presente de lápis, o futuro é de tinta invisível para não sabermos o que havemos de escrever.
Tudo o que irei apagar é tudo aquilo que o coração deixar.
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